Ouvrage publié
par DUNOD

L'AUTEUR

Pierre Fayard
Pierre Fayard est professeur à l'Université de Poitiers, détaché comme Conseiller Culturel et de Coopération à l'Ambassade de France au Pérou.

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24 mars 2006

Commentaires

Foi um prazer ler sobre o jeitinho brasileiro nesse artigo de Pierre Fayard. Confesso que nunca havia me empenhado racionalmente a explicar esse fenômeno social e, aliás, enquanto brasileiro – naturalmente “contaminado” pelo mesmo –, me pergunto até que ponto o aspecto emocional do jeitinho não se incomoda com análises que tentem lhe demonstrar os princípios. Afinal ele é transgressor por natureza, e assumir isso abertamente gera um incômodo interessante de ser analisado.
Parece que ao lado do fenômeno em si, da possibilidade social de criar atalhos por entre as dificuldades da vida, e dando-lhe suporte fundamental, está um acordo inaudito de mantê-lo em segredo. Todos sabem, mais cedo ou mais tarde aprendem, mas ninguém explica abertamente o jeitinho. Comenta-se sim, já longe da situação-problema, para evidenciar astúcia e cantar vantagem talvez, mas nunca a ponto de revelar a tática. É possível que nem mesmo saibamos explicá-la.
O jeitinho só funciona porque é largamente aceito na sociedade, é um verdadeiro pacto social de flexibilidade e discrição. Desvendar seus segredos de forma analítica parece quase um desrespeito, uma traição da confiança que todos depositamos naquele pacto. É natural, portanto, que semelhante análise gere um certo incômodo. O que não deixa de ser um tanto quanto hilário do ponto-de-vista racional.
Rio-me dessas mesmas palavras por perceber o quanto enraizada está no meu emocional brasileiro a necessidade de lidar com algumas situações através do jeitinho, e por outro lado, do conflito racional que se segue cada vez que eu mesmo pratico um jeitinho, uma mistura de culpa pela transgressão e receio que ela seja descoberta. Anos e anos de jeitinho talvez nos deixem suficientemente confiantes no método para que nos livremos desse conflito, ou talvez ele seja simplesmente um indício cabal da natureza torta desse fenômeno. O certo é que foi interessante me aventurar a entender esse aspecto da minha brasilianidade, e agradeço ao Pierre por ter motivado essa reflexão.

Very true! Makes a chgnae to see someone spell it out like that. :)

Liliana, onte9m ao sair de sua casa, olhamos um para o outro e dimsseos, que pessoa linda que Deus colocou no nosso caminho, sentimos o seu carinho no convite que nos foi entregue com tanta delicadeza e tanto capricho. Amamos tudo e realmente ficou a nossa cara. Obrigada! Agora vamos aos detalhes faltantes ne9?! Beijossss

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